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segunda-feira, 7 de julho de 2008

Já estive com muitas pessoas. Já estive com pessoas que tinham muita educação, e já estive com pessoas que tinham muito pouca. Mas de todas as vezes sempre ressaltou a mesma característica que uns e outros tinham bastante presente e demasiadamente vincada: a tacanhez do seu espírito. Seja entre aqueles que pensam que sabem muito, ou entre aqueles que pensam que sabem pouco, parece existir sempre uma barreira, que é sempre uma barreira mental, e que vive impedindo as suas mentes de se abrirem à contemplação daquilo que é realmente grande. Tanto nuns como noutros encontrei a formatação precisa daquilo que a si próprios impuseram: os seus amigos falavam como eles, pensavam como eles, sentiam como eles. Todos eram os mesmos robôs caminhando por um mesmo passo ao sair de uma e a mesma fábrica. Quem não fosse como eles, só podia sobreviver de uma maneira: ou se tornava igual a eles, vivendo o mesmo estilo de formatação para o resto da vida e vendendo o resquício de liberdade que soçobrasse ao claustro das frases feitas; ou então tornava-se diferente deles, e para sempre tão diferente que era impossível granjear-lhes a amizade, já para não falar da confiança, estando eternamente condenado, qual Sísifo errante, a errar também, sozinho, pelas planícies do desconhecido. Agora que me dou conta, noto que sempre escolhi o segundo caminho, e que outro caminho não haveria para mim se quisesse ser aquilo que realmente sou. Se lamento tê-lo feito, isso nunca, porque está escrito que o caminho da liberdade se caminha a sós consigo, e não há outra maneira de nos tornarmos conscientemente, e pelo desenvolvimento das nossas próprias capacidades inatas, a chama celeste que um dia escolheu como morada, ainda que provisória, esta terra que por agora ainda pisamos.

domingo, 6 de julho de 2008

At least till now, all experimental evidences and cases of study point out that irish culture is much more diversified and interesting than british culture will ever be. On that account, we must profoundly welcome british dominion for being such a great driving force in inciting the expression of a nation's most wonderful imagination by the development of witty and freed personalities.

Are you not convinced? Let's take a look, shall we?

- Oscar Wilde was irish
- James Joyce was irish
- Samuel Beckett was irish
- Róisín Murphy is irish
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